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19 novembro 2013

Poema pouco objetivo



Que saco essa subjetividade
De quem me chama subjetivo
Não sei a intencionalidade
De me dar um objetivo

Falam sou intencionado
Passo logo do aperitivo
E eu de mim nem sei que quero
Não querer nada é permitido?

Chegue-me essa cesta básica
Um litro de compreensividade
Chegue logo vela e cura
Por favor, faça a bondade

Você que sabe meu caminho
Pra que lado a hospitalidade?
Desvie-me do meio-fio
Da meia-vida sem vontade

Eu vou ficar na sua cabeça
Lhe falando uma vez ou outra
Se você não se fizer muito
A vida acaba sendo pouca

Por favor, me obedeça
Preserve nossa amizade
Não coma pizza em dia de chuva
Não faça conta no fim da tarde



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"Seja bem vindo quem vier por bem."