Mostrando postagens com marcador filme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filme. Mostrar todas as postagens
14 novembro 2012
Era uma vez uma teoria...
Lamechas ou não, as abordagens à morte, das mais variadas possíveis, sempre acabam me tocando, e, como vi no update or die num comentário a esse curta, "Não sei se foi a trilha, o chiado, a fonte, a locução, mas me deu uma tristeza...". Para além de que apreciei toda a vertente irônica do filme: uma teoria que é quebrada da pior maneira.
O curta é brasileiro, do Ceará, para ser mais preciso, e conta com a direção de Fabricio Brambatti e produção de Urso Morto. A música é de Nelson Cavaquinho e o texto de Raquel Leite.
08 outubro 2012
O fim dos ursinhos carinhosos
É, gente, ursinho carinhoso, felpudo, de dar gosto a gente apertar contra o rosto, já era. Depois de Ted, filme dirigido pelo criador de Uma família da pesada, as coisas não serão mais as mesmas. O Protógenes que o diga. Impossível passar na vitrine de uma loja, ver um ursinho de pelúcia e não lembrar de Ted, o urso beberrão, fumante de maconha, amoral, bebendo, fumando, fazendo ou dizendo obscenidades.
A sacada de Seth MacFarlane é boa. Pegar num símbolo universal de fofura e meiguice, como são os ursinhos de pelúcia, e vesti-lo de vida própria com todos os defeitos e vicissitudes dos tempos modernos. O resultado, a risada larga, viva, de uns e a indignação de outros para quem o filme é visto como um apelo à toxicodependência.
O fato é que se uns tentam proibir o filme, outros enchem semana após semana as salas de cinema. Uns se ofendem, outros riem. E entretanto o Seth recebe um convite para apresentar o Oscar 2013. Como diria o Pessa: e esta, hein?
A sacada de Seth MacFarlane é boa. Pegar num símbolo universal de fofura e meiguice, como são os ursinhos de pelúcia, e vesti-lo de vida própria com todos os defeitos e vicissitudes dos tempos modernos. O resultado, a risada larga, viva, de uns e a indignação de outros para quem o filme é visto como um apelo à toxicodependência.
O fato é que se uns tentam proibir o filme, outros enchem semana após semana as salas de cinema. Uns se ofendem, outros riem. E entretanto o Seth recebe um convite para apresentar o Oscar 2013. Como diria o Pessa: e esta, hein?
07 setembro 2012
Sacha again
Sacha, como sempre, mordaz, feroz, apontando e atirando pra tudo quanto é lado, ora atacando o Oriente Médio e os muçulmanos, ora atacando os States e sua democracia mascarada, sem arriscar muito, ao contrário do que possa pensar-se, se fazendo valer de um par de piadas globais, risada certeira, umas vezes roçando até o rude e o brega, como na piada do terrorismo no banheiro ou das axilas cabeludas da Zoey, a moça, que meio brava, meio macho, é capaz de fazer o ditador perceber um Kaput convincente e inequívoco e acaba por agarrar o coração do comandante supremo, num final, que dirão os românticos, merecido e bonito, afinal o amor sempre vence, quando o que venceu me parece ter sido o medo (de Sacha de arriscar), a gargalhada fácil e o rotineiro, afinal o ditador é Sacha numa versão de mais do mesmo, ofensivo, cru e nu, num cotidiano deprimente de tão similar ao reproduzido na tela.
Assinar:
Postagens (Atom)